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É possível prevenir aderências pós-cirúrgicas?

Tal complicação é um temor entre pacientes que precisam realizar algum tipo de procedimento. Saiba mais sobre as aderências pós-cirúrgicas!

O que são as aderências pós-cirúrgicas?

Antes de mais nada, as aderências pós-cirúrgicas são faixas de tecido que se formam após o procedimento, indicando uma reação do corpo para reparar, de modo orgânico, a região que sofreu intervenção.

Elas podem se manifestar como faixas de tecido finas ou bandas fibrosas mais expressivas.

De acordo com estudos desenvolvidos em hospitais da Escócia, as aderências clínicas e cirúrgicas acometem cerca de ⅓ dos pacientes após o uso de técnicas laparotômicas no abdômen e na pélvis. Além disso, 7,5% das cirurgias abertas feitas no ovário registraram readmissões.

Sem dúvida, isso gera temor entre os candidatos, pois, a complicação coloca em risco a qualidade de vida dos pacientes.

A aderência é uma fibrose?

Inegavelmente, a confusão entre ambos os termos é comum. No entanto, enquanto a fibrose é caracterizada pelo endurecimento de áreas devido a um processo de cicatrização que foi além do necessário, a aderência é um tecido fibroso que liga dois órgãos ou tecidos que normalmente estão separados.

O que pode ocasionar o problema?

Primeiramente, as aderências pós-cirúrgicas acontecem comumente quando há a ligação entre uma parte ou a totalidade de um órgão ao outro. Isso não apenas compromete a elasticidade da área, como também tende a acometer as suas funcionalidades.

Nesse sentido, a complicação pode acontecer quando os pacientes não seguem o pós-operatório indicado pelos médicos. Isso inclui o uso de malhas cirúrgicas, a realização de massagens ou o repouso pelo período adequado.

Por outro lado, as aderências pós-cirúrgicas podem ser causadas pela ausência de técnicas e soluções médicas modernas, que eliminam o problema, trabalhando a favor da prevenção.

Como saber se desenvolvi aderências?

Não é sempre que os pacientes manifestam os sintomas de aderências pós-cirúrgicas. Porém, quando elas progridem, se tornam mais perceptíveis, conforme a região. Só para ilustrar, quando estão localizadas no intestino, costumam causar obstrução intestinal e dor durante o alongamento ou na prática de exercícios físicos.

Já as aderências ocasionadas após cirurgias ginecológicas podem ser perceptíves ao manter relações sexuais.

Em alguns quadros, além de não causar dor, a aderência pode desaparecer naturalmente. Em outros, pode ser necessário recorrer à laparoscopia ou à laparotomia.

Prevenção

Felizmente é possível prevenir as aderências pós-cirúrgicas não apenas seguindo os protocolos de recuperação, como também através de produtos médicos focados na prevenção do problema.

Por exemplo, a linha Adhesion STP+ é reconhecida como a primeira barreira antiaderente e antifibrótica com ação hemostática do mundo para uso cirúrgico, inibindo a formação de aderências ao formar um filme polimérico na região da aplicação. Dessa maneira, os tecidos que estão próximos são isolados mecanicamente.

Ela pode ser usada em cirurgias de cabeça e pescoço, ginecológicas, neurológicas, cardiológicas, otorrinolaringológicas, entre várias outras.

Você é paciente e está com medo de desenvolver aderências pós-cirúrgicas? Converse com seus médicos sobre a possibilidade de usar a linha Adhesion STP+ durante o seu tratamento.

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*Este conteúdo é de caráter informativo e não substitui a consulta médica.