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Câncer de cabeça e pescoço: cenário atual e o uso de antiaderentes

Inegavelmente, o câncer de cabeça e pescoço é um dos quadros mais preocupantes da área médica. Afinal, a taxa de cura não costuma alcançar a faixa de 40% na maioria das pesquisas realizadas. Tal cenário corresponde tanto aos tratamentos iniciais feitos com intervenção cirúrgica quanto àqueles com quimioradioterapia. 

No entanto, diversos pontos do globo avançam de modo otimista. Entre as abordagens realizadas em pacientes com câncer de cabeça e pescoço, o uso de produtos e soluções modernas estão facilitando os procedimentos. 

Entenda melhor a seguir!

A prevenção de câncer de cabeça e pescoço 

Primeiramente, o trabalho de conscientização sobre os fatores que causam o câncer de cabeça e pescoço entre os pacientes é fundamental para evitar seu surgimento. Por exemplo, o tabagismo, bem como o hábito de mascar fumo, o consumo de álcool em excesso, a exposição ao vírus HPV e a precariedade da saúde oral são facilitadores da doença que podem ser evitados. 

Ao mesmo tempo, os médicos devem estar atentos aos estudos que preveem a confirmação de novos elementos causadores, como as alterações genéticas. Sem dúvida, esse acompanhamento minucioso é relevante tanto para intervir ativamente na prevenção quanto para propor novos métodos de tratamento.

Prognóstico e tratamento

Apesar de o câncer de cabeça e pescoço registrar um número considerável de casos, o prognóstico tende a ser complexo. Afinal, a descoberta tardia da doença dificulta a adoção de tratamentos menos agressivos, exigindo intervenções invasivas que prejudicam a qualidade de vida e a autoestima dos pacientes.

Por isso, compartilhar informações não apenas de prevenção, como também acerca dos sintomas, é relevante.

De acordo com uma pesquisa desenvolvida por médicos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, 500 mil casos desse tipo de câncer são diagnosticados anualmente em todo o mundo. Consequentemente, a integração entre tecnologias é alvo de testes constantes com o intuito de aprimorar o tratamento.

Nesse sentido, boa parte da comunidade médica age de modo que:

✔ Técnicas conservadoras de mandibulectomia são priorizadas em estágios iniciais. Aqui também são bem-vindos os métodos de radioterapia com ou sem associação de quimioterapia

✔ Estágios intermediários e avançados são prioritariamente tratados através de cirurgia com esvaziamento cervical. Em seguida, os médicos realizam a radioterapia com ou sem quimioterapia, conforme o quadro

✔ Nos casos mais graves, é introduzida a quimioterapia para reduzir o volume da doença. Em seguida, há indicação de radioterapia ou cirurgia

Contudo, vale frisar que o câncer de cabeça e pescoço é multifatorial. Isso significa que as abordagens podem variar bastante de um caso para o outro.

O uso de antiaderentes

Por fim, como boa parte dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço recebe encaminhamento cirúrgico, há inovações constantes sobre os produtos utilizados nesse momento.

Com toda a certeza, o antiaderente é um forte aliado dos médicos nessas intervenções. O Adhesion STP+ possui credibilidade por ter alto potencial em inibir aderências pós-cirúrgicas e hemorragias. 

Caixa de Adhesion

Inclusive, esse produto é o primeiro e único antiaderente e antifibrótico do mundo voltado para procedimentos cirúrgicos.

Como resultado, o pós-cirúrgico é mais confortável para o paciente, levando a uma qualidade de vida imensuravelmente melhor. Afinal, sem o uso do produto, há uma chance considerável de limitação dos movimentos, dor e outras complicações.

Você é cirurgiã ou cirurgião e deseja conhecer o Adhesion STP+? Entre em contato com a equipe da Rastriall para garantir uma melhor qualidade de vida aos seus pacientes!

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