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Como evitar cirurgias ortopédicas com soluções menos invasivas?

Cenário atual

Sem dúvida, as cirurgias ortopédicas estão aumentando no país, especialmente devido ao envelhecimento da população. De acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Ortopedia, além de integrar a recepção dos pacientes idosos através de especialistas, como os ortopedistas, os geriatras, os intensivistas e os anestesistas, é imprescindível priorizar procedimentos com caráter de prontidão. Ou seja, quanto menos etapas, maior a segurança das cirurgias ortopédicas.

Osteoartrite

Entre os quadros que podem demandar a realização de cirurgias ortopédicas está a osteoartrite, que já atinge mais de 10 milhões de brasileiros. Apesar de ser uma condição recorrente entre pacientes acima de 60 anos, é crescente o número de jovens que apresentam o problema. Tal cenário tem bastante a ver com a sobrecarga durante a prática de exercícios físicos, bem como a obesidade.

Quando os médicos detectam a necessidade de intervenção cirúrgica, os cuidados não terminam com a operação, exigindo dos pacientes a colaboração para a continuidade do tratamento através de fisioterapia e outras medidas.

Vale mencionar que a artroscopia e a osteotomia parecem soluções práticas, à primeira vista, para aliviar os sintomas e devolver a qualidade de vida quando tratamos lesões leves ou moderadas. No entanto, como em qualquer cirurgia, a medida suscita mais riscos que poderiam ser evitados com abordagens promissoras e menos invasivas. Nesse sentido, é recomendado analisar a viabilidade da viscossuplementação para o quadro, por exemplo.

O que é a viscossuplementação?

Por outro lado, conseguimos adiar as cirurgias ortopédicas em parte significativa dos casos com a viscossuplementação. Inclusive, tal medida aumenta a qualidade de vida dos pacientes, aliviando os sintomas. Desse modo, complicações, como o desgaste das estruturas ósseas devido ao uso de materiais frágeis ou inadequados durante a cirurgia, hemorragias, infecções tardias, rigidez e síndrome de dor regional complexa, podem ser evitadas com a introdução do ácido hialurônico intra-articular.

Porém, é imprescindível perceber que boa parte das opções disponíveis no mercado possui uma atuação breve devido a um desempenho menor da viscosidade dinâmica. Logo, para evitar as cirurgias ortopédicas e os seus riscos por um período promissor, devemos fazer a viscossuplementação com bons produtos médicos e orientar a prática de exercícios físicos.

Minimizando complicações

É válido salientar que há opções de viscossuplementação que dispensam cirurgias ortopédicas em até 3 anos, desde que os diagnósticos não estejam relacionados a desvios de eixo e instabilidades da estrutura do joelho, por exemplo.

Nesse sentido, abordando diretamente a osteoartrite, as soluções com origem aviária ou constituídas por bactérias e biofermentação são ultrapassadas. Isto é, os produtos de viscossuplementação que possuem como matéria-prima a crista de galo podem provocar reações alérgicas devido aos antígenos aviários presentes na composição.

Apesar de os produtos que recorrem a bactérias e são processados por biofermentação ainda reduzirem os riscos de complicações, a família Opus, mencionada logo a seguir, é significativamente mais segura e inovadora.

Família Opus para o tratamento de osteoartrite

O hialuronato de sódio Opus representa uma inovação na área de Ortopedia devido ao seu efeito duradouro e à sua composição 100% sintética. Dessa forma, além de colaborar na redução da submissão de pacientes a cirurgias ortopédicas, descarta riscos alérgicos quando comparado ao uso de outros produtos com recursos de origem animal.

Ademais, a família Opus se posiciona como a primeira sequência para tratamento da dor associada à osteoartrite. Em síntese, o seu mecanismo de ação se baseia na integração ao fluido sinovial, melhorando a sua composição, a estrutura e a viscoelasticidade. Consequentemente, restaura o equilíbrio da lubrificação articular

Aliás, para tratar com maestria a individualidade de cada caso, a família Opus entrega duas versões:

✔ 2F – 100% reticulado e com duas fases diferentes (médio e alto peso molecular)

✔ 3F – 3 fases com e sem reticulação (baixo, médio e alto peso molecular)

A seguir, é possível compreender a atuação do produto em comparação com seu concorrente mais próximo:

Assim, a recuperação funcional dos joelhos, a possibilidade de realizar um tratamento sequenciado e a viscosidade dinâmica, que proporciona alívio da dor por mais tempo, beneficiam os pacientes.

É médico ou médica e deseja testar a família Opus? Entre em contato com a equipe da Rastriall e peça mais informações.

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*Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Consulte sempre um médico especialista.