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Como diagnosticar o Alzheimer: estudos revelam novas saídas

Certamente, “como diagnosticar o Alzheimer com antecedência?” é uma pergunta comumente feita com alguma dose de desânimo por acompanhantes e pacientes com histórico da doença na família. Afinal, a perda progressiva de memórias com entes queridos, momentos e até mesmo ações básicas causa ansiedade, especialmente por não haver uma cura.

No entanto, a comunidade médica preza por um diagnóstico cada vez mais rápido e no estágio inicial com o intuito de minimizar a progressão do problema. 

Listamos alguns exemplos a seguir. Além disso, no fim deste artigo, apresentamos uma solução que será disponibilizada em breve no Brasil!

Cenário atual

No Brasil, como diagnosticar o Alzheimer tem sido um debate intenso, visto que 100 novos casos são registrados todos os anos. De acordo com o Ministério da Saúde, 1,2 milhões de brasileiros possuem a doença. 

Sem dúvida, o Fevereiro Roxo tem sido uma das principais táticas das autoridades governamentais e de saúde para conscientizar a população sobre os primeiros sintomas. Isso contribui para derrubar tabus sobre o problema e acelerar o acesso ao tratamento específico para cada caso.

Inclusive, um estudo feito pela Universidade de Cambridge confirmou a existência de sinais que podem ser identificados até 9 anos antes de um diagnóstico. Logo, conhecer tais sintomas pode ser substancial para adiar o avanço do 1º ao 4º estágio. 

À frente deste estudo, recentemente foi desenvolvido um software com Inteligência Artificial (IA) que possibilita uma verificação instantânea não apenas do Alzheimer, como também de outras doenças cerebrais.

Indícios de como diagnosticar o Alzheimer pelos olhos

Doutores do Instituto de Doenças Neurodegenerativas de Boca Raton, na Flórida, se aproximaram da possibilidade de avaliar a saúde cognitiva através dos olhos dos pacientes.

A investigação analisou os tecidos doados da retina e do cérebro de 86 pacientes diagnosticados com algum grau de declínio mental. Construindo uma base de dados com perfis de proteínas, bem como de efeitos moleculares, celulares e estruturais do Alzheimer, os autores conseguiram traçar mudanças no cérebro e na função cognitiva.

Em síntese, descobriram um aumento substancial de beta-amilóide nas amostras de pacientes com a doença de Alzheimer ou declínio cognitivo precoce. Além disso, perceberam uma redução de 80% das células microgliais.

Tais avanços podem contribuir não apenas para uma detecção prematura, como também não invasiva. Dessa forma, os pacientes têm a oportunidade de manejar fatores de risco modificáveis quanto antes.

Astrócitos na progressão do Alzheimer

Por outro lado, analisar a existência de amiloide cerebral e biomarcadores sanguíneos é promissor para identificar pacientes com mais chances de desenvolver o Alzheimer. Tal informação é resultante de uma investigação da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh.

Conforme Bruna Bellaver, autora principal da pesquisa, compreender que os astrócitos coordenam a relação entre amiloide e tau é uma inovação no campo, porque os pesquisadores não costumam considerar os biomarcadores gliais em nenhum modelo de doença principal.

Nesse sentido, o grupo visualiza perspectivas de criação de medicamentos para adiar a progressão ao diagnosticar o Alzheimer nos pacientes. 

A Rastriall está lançando no Brasil a iMediSync: uma tecnologia altamente testada e preparada para diagnosticar o mal de Alzheimer.

Através de um capacete posicionado nos pacientes, os médicos conseguem realizar uma triagem precoce em até 10 minutos. Isso é possível até mesmo nos locais de análise mais complexos. 

Tem interesse no produto? Continue acompanhando o blog da Rastriall e fique por dentro do lançamento oficial.

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