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Masterclass aborda diagnóstico de depressão com a iMediSync

Convidados da masterclass 

Primeiramente, detectamos uma necessidade de aproximar os médicos do método de diagnóstico de depressão através da iMediSync. Afinal, a ferramenta auxilia os pacientes de uma maneira inédita na história da saúde cerebral.

Como a tecnologia já é amplamente utilizada nas clínicas internacionais, é substancial trazer aprofundamentos científicos para o cenário brasileiro, que já aguarda pela sua chegada, promovida exclusivamente pela Rastriall

Nesse sentido, convidamos os especialistas Jay Gunkelman, QEEG-D Emérito, e o Dr. Kourosh Edalati, psiquiatra em Vancouver, no Canadá, para apresentar a abordagem em casos clínicos num formato dinâmico. Assim, criamos a masterclass “Depressão e Acompanhamento Medicamentoso”, já disponível no YouTube.

Diagnóstico

Inicialmente, os convidados explicaram a importância do nível de detalhamento das zonas cerebrais no diagnóstico de depressão. 

Para ilustrar como a tecnologia funciona, eles compartilharam casos clínicos, como o de um paciente de 18 anos. Este havia sido diagnosticado com depressão e TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) há 5 anos. No entanto, o acompanhamento geral e os medicamentos usados para o tratamento de ambas as condições, como fluoxetina, não ajudaram na melhora do quadro.

Nesse cenário, o paciente já não frequentava as aulas, demonstrando sinais graves em sua saúde cerebral.

Ao ser mapeado com o capacete da iMediSync, recebeu as recomendações de tratamento com sessões de TMS (Estimulação Magnética Transcraniana), PBM (Fotobiomodulação) e NFB (neurofeedback). Apresentou melhoras significativas que puderam ser acompanhadas através de QEEG (Eletroencefalografia Quantitativa).

PBM e EEG

Como foi possível perceber, após o diagnóstico de depressão com a iMediSync, os médicos costumam recomendar o tratamento com fotobiomodulação, estimulação magnética e biofeedback neuronal. 

Logo, tais acompanhamentos visam atenuar o uso de medicamentos que, a depender do caso, podem ter efeitos mínimos no combate aos sintomas. 

De acordo com os especialistas do masterclass, para realizar recomendações personalizadas e mais assertivas, conforme o sexo e a faixa etária dos pacientes, é imprescindível ter acesso a imagens nítidas das zonas cerebrais. Isso permite compreender a isquemia com base em sua relação com a borda lenta das ondas alfa. Ou seja, com a visualização em 2D e 3D, há a possibilidade de confirmar se o suprimento de sangue está em níveis adequados para o cérebro funcionar normalmente.

Em caso negativo, pode ser recomendada a fotobiomodulação para estimular o cérebro na frequência de 12 a 14 Hertz. Ela é ideal para melhorar o fluxo sanguíneo do órgão, promovendo melhor fornecimento de oxigênio e nutrientes às regiões que ativam os sinais de depressão.

Por fim, conforme os especialistas, outro aspecto relacionado à doença é a disfunção na DMN (rede de modo padrão). Ao direcionar as ondas adequadas para estimulação do lobo frontal, há chances otimistas de regulação da zona.*

Deseja compreender melhor o funcionamento da iMediSync no diagnóstico e acompanhamento da depressão? Assista a masterclass na íntegra, disponível em nosso canal do YouTube!

Além disso, recomendamos inserir o nome na lista de espera para o lançamento oficial dessa inteligência artificial.

*Tais informações não configuram uma recomendação de tratamento ou um diagnóstico. A consulta com médicos especialistas é insubstituível.