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Saúde do cérebro: desafios enfrentados pelos médicos atualmente

O cuidado preventivo é indispensável, porém, nem sempre é de fácil implementação. Confira o cenário da saúde do cérebro!

Sem dúvida, as estratégias de cuidado preventivo são significativas para a saúde do cérebro. No entanto, o sucesso desse processo de conscientização nem sempre é alcançado pelos médicos, já que há um grande distanciamento entre informações e os pacientes, que só procuram o atendimento quando os sintomas se manifestam.

Ao mesmo tempo, as pessoas que se informam e criam uma rotina de hábitos capaz de evitar doenças no órgão muitas vezes seguem instruções gerais. Ou seja, a falta de acompanhamento médico impede uma orientação personalizada, que considere fatores como o histórico familiar e outros riscos individuais.

Entenda mais a seguir!

O estigma social

Primeiramente, o estigma social que existe em relação à saúde do cérebro continua significativamente demarcado não apenas no Brasil, como também no mundo todo. Aliás, tanto os médicos dedicados à área quanto os pacientes sofrem com preconceitos. Porém, estes últimos, em diversos contextos, se veem afastados da convivência com familiares e amigos, restringindo fortemente a qualidade de vida e o sucesso de seus tratamentos.

Diante desse cenário, os médicos assumem o desafio de encorajar seus pacientes na continuação do tratamento. Inclusive, é pertinente observar a necessidade de acompanhamento com psicólogos e psiquiatras, visto que o estigma social frente a quadros, como o Mal de Alzheimer e a Doença de Parkinson, pode provocar depressão e ansiedade.

Tratamentos personalizados

Devido ao estigma social, os pacientes são privados de tratamentos eficazes e alinhados com as suas individualidades. Afinal, é comum que muitos necessitem de um longo período de aceitação até o início do acompanhamento da saúde do cérebro.

Por outro lado, a abordagem combinada com diferentes especialidades médicas também tende a ser um desafio devido a fatores, como: falta de estrutura nos hospitais ou nas clínicas; baixo capital humano; e pouca disponibilidade para um tratamento completo por parte dos pacientes.

Diagnóstico precoce

Como resultado do estigma social que provoca uma negligência de cuidados preventivos com a saúde do cérebro, o diagnóstico precoce também se torna um desafio para os médicos. 

Afinal, num cenário ideal, a população consciente das necessidades de um check-up regular e de consultas com orientações específicas para o seu histórico genético, não apenas tomaria medidas preventivas, como também descobriria sinais das doenças no cérebro precocemente.

Ausência de tecnologias

Por fim, a falta de diagnóstico precoce no que diz respeito à saúde do cérebro também tem a ver com os obstáculos tecnológicos. Só para ilustrar, a neuroimagem contribui fortemente para a detecção de biomarcadores mais específicos para determinadas doenças. Contudo, seu alcance territorial ainda não é satisfatório.

Dessa maneira, continuam sendo utilizadas outras estratégias, como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e o eletroencefalograma. Tais modos de detecção e acompanhamento de doenças são importantes, porém, causam desconforto nos pacientes. Aliás, isso é outro fator que gera receios e distanciamento dos consultórios.

Por isso, a Rastriall empreende uma busca incessante por produtos e soluções inovadoras, assim como focadas no bem-estar dos pacientes.

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*Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui a consulta médica. Consulte sempre um médico especialista.