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Como aprimorar o tratamento do câncer de traqueia?

Apesar de rara, a doença pode avançar devido à confusão sobre a localização dos sintomas. Acompanhe o cenário do câncer de traqueia!

Certamente, a baixa incidência dos casos de câncer de traqueia resultam numa quantidade menor de materiais informativos sobre o problema por parte das autoridades de saúde. Como resultado, quando ele se manifesta, os pacientes tendem a atribuir os sintomas a outras regiões do corpo. Aliás, por não compreender a gravidade do problema, podem recorrer à automedicação, distanciando ainda mais a oportunidade de um diagnóstico precoce.

Veja como você pode aprimorar o tratamento do câncer de traqueia!

Revisão dos tipos de câncer de traqueia

Antes de mais nada, há como registro de câncer de traqueia as seguintes classificações: primários e secundários, podendo ser malignos ou benignos. Nesse sentido, os primeiros correspondem àqueles que surgem na estrutura do órgão, derivando, principalmente, do tabagismo. Além disso, o tumor pode se desenvolver no tipo de carcinoma adenoide cístico, ocupando, gradualmente, áreas mais extensas.

Já em relação aos benignos, se manifestam como papilomas de células escamosas, hemangioma e condroma. Inclusive, este último exige um acompanhamento atento, visto que apresenta alto risco de progredir para a malignidade

Panorama do tratamento de câncer de traqueia

Devido à raridade do tumor, não há uma revisão bibliográfica tão promissora sobre o tema. No entanto, o procedimento padrão, quando detectada uma suspeita, é encaminhar o paciente ou a paciente para a realização tanto de tomografia quanto de broncoscopia flexível.

Em seguida, em caso de diagnóstico positivo, o tratamento do câncer de traqueia pode ser feito através de traqueobroncoscopia rígida, assim como intervenção cirúrgica de ressecamento das regiões afetadas.

É pertinente observar que há diversos registros de óbito por asfixia antes mesmo de metástases.

Por outro lado, alguns otorrinolaringologistas identificam a necessidade de realizar um tratamento do câncer de traqueia prolongado, assemelhando-se ao acompanhamento de pacientes asmáticos.

Casos cirúrgicos

Normalmente, os tumores malignos, sendo o carcinoma adenocístico, o carcinoma espinocelular e o carcinóide os mais frequentes, passam por ressecção endoscópica. Com o intuito de aprimorar esse tratamento, o ideal é recorrer a lasers. 

Ao mesmo tempo, de acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Cabeça e Pescoço, os quadros inoperáveis ou sem possibilidade de ressecção são melhor tratados com ressecção endoscópica do tumor associada à colocação de tubo do tipo T de Montgomery, em conjunto ou não com a radioterapia. 

Apesar de não ter havido alterações significativas no plano de tratamento do câncer de traqueia nas últimas décadas, algumas medidas são expressamente recomendadas para reduzir os riscos operatórios.

Por exemplo, nos casos de ressecção traqueal acima de 50%, busca-se a queda da laringe pelo alívio da tensão na anastomose.

Se esse nível ultrapassar os 60%, é recomendada a colocação de prótese traqueal. Todavia, também é válido verificar a viabilidade de ressecar o tumor.

Por fim, conforme a pesquisa supracitada, novas perspectivas estão sendo entregues a pacientes antes considerados inoperáveis: trata-se da ressecção de tumores situados na carina. 

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